quarta-feira, janeiro 28, 2009

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou, na Casa Branca, uma série de medidas sobre o meio ambiente, cumprindo uma de suas promessas de campanha. Uma delas, direcionada à indústria automobilística, determina que, num prazo de dois anos, as montadoras terão que dotar seus veículos de mecanismos que restringem a emissão de gases poluentes. Ainda nos próximos dias, o governo determinará quais itens de controle serão obrigatórios a partir de 2011. Outra decisão de Obama: até 2020 a frota de veículos em circulação nos Estados Unidos deverá ter motores que consumam um litro de combustível por 14,9 quilômetros rodados. Os estados da federação americana poderão legislar sobre emissão de gases, sem qualquer preocupação com a legislação federal. E mais uma boa nova: Todd Stern, o funcionário de Bill Clinton que participou das negociações do Tratado de Kioto – depois abandonadas por Bush – representará o país nas negociações de Copenhague, para a adoção de um novo protocolo. Começou bem o presidente Obama.

publicado por Jotha R em 28.1.09 |



quarta-feira, janeiro 21, 2009

Barack Obama já é o 44º presidente dos Estados Unidos. É, segundo as leis e a realidade, o homem mais poderoso do mundo. Entre as dezenas de graves questões que o novo mandatário terá que enfrentrar, de imediato, estão os desafios do meio ambiente. Renovo, aqui, dúvidas que expus num comentário anterior: como serão as praticas políticas para o meio ambiente em 2009? Como serão os Estados Unidos do presidente democrata Barack Obama? Este ano, em Copenhague, capital da Dinamarca, será realizada a reunião decisiva para a saúde ambiental do planeta. Um encontro de chefes de Estado e de governo vai definir um acordo substitutivo do Protocolo de Kioto. Espera-se, para esta reunião, uma presença bem atuante do presidente Barack Obama, provavelmente assinando o novo protocolo, ao contrário de George Bush que, também no setor, teve uma linha política retrograda. Obama chegou à Casa Branca com a esperança do mundo e com as bandeiras de luta de um grande amigo, grande aliado e grande líder mundial: o ex-vice-presidente Al Gore. Que o presidente cumpra o que prometeu.

publicado por Jotha R em 21.1.09 |



segunda-feira, janeiro 12, 2009

Há pouco o Brasil comemorou, como sempre de forma discreta, o aniversário de uma lei fundamental, de grande alcance: a lei nº 9433/97 que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos no Brasil e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Sem dúvida, a lei trouxe avanços muito importantes e colocou o Brasil em um papel de destaque em relação a outros países do mundo. Como disse um dirigente do Ministério do Meio Ambiente, o Brasil, nesse período, se organizou e tem muitas conquistas, como conselhos de recursos hídricos em praticamente todos os estados brasileiros, mais de 160 comitês de bacias, a Agência Nacional de Águas e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos". Outro avanço: o Plano Nacional de Recursos Hídricos, que teve seu processo de construção coordenado pela Secretaria de Recursos Hídricos do MMA, em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), com a participação de aproximadamente sete mil pessoas dos mais diversos segmentos da sociedade como: usuários, especialistas, organizações não-governamentais, movimentos sociais, governos estaduais, municipais e federal, além de populações tradicionais.

publicado por Jotha R em 12.1.09 |



terça-feira, janeiro 06, 2009

Depois de muita ação política, principalmente de organizações não-governamentais como o Greenpeace, o presidente Lula assinou decreto que declara as águas brasileiras um Santuário de Baleias e Golfinhos. O determinação legal coincide com os 21 anos da lei que proíbe o molestamento intencional e a caça desses animais. Além de proteção, a medida busca incentivar o turismo de observação desses animais, que é uma forma de uso não-letal. Além de evitar a caça, essas áreas marinhas protegem as baleias e os golfinhos da poluição sonora dos oceanos, causada por sonares e tráfego de embarcações. Segundo Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil, “a criação desse santuário reafirma a posição conservacionista do nosso país e o importante papel que nossas áreas marinhas protegidas têm na preservação dos oceanos”. O Greenpeace recomenda a criação de reservas marinhas que cubram 40% das águas profundas dos oceanos.

publicado por Jotha R em 6.1.09 |




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