Quinta-feira, Maio 24, 2012


REITOR DA UEZO PEDE CONSTRUÇÃO DE CAMPUS EM AUDIÊNCIA NA ALERJ

Mais recursos para a construção de um campus para abrigar o Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), em Campo Grande, na Zona Oeste da capital. O pedido foi feito pelo reitor da entidade, Roberto Soares de Moura, durante audiência pública da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na última quarta-feira (16/05). Presidente do colegiado, o deputado André Lazaroni (PMDB) disse que a comissão vai se empenhar para que a construção do novo campus seja concretizada o quanto antes. “Vamos solicitar ao governador Sérgio Cabral que lance a pedra fundamental e dê início às obras ainda esse ano. Esse é o principal pleito nesse momento”, afirmou Lazaroni, lembrando que um terreno, localizado no Distrito Industrial de Campo Grande, já foi doado à instituição pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio (Codin).
Segundo Moura, a Uezo está crescendo e, por isso, necessita de um novo espaço. Atualmente, a universidade ocupa parte das instalações do Instituto de Educação Sarah Kubitschek (Iesk). “A Uezo não é uma universidade tradicional, não vai gerar ciência. Nós vamos gerar inovação, novos processos, novos produtos, novas máquinas, melhoria das máquinas já existentes; esta é a diferença. Na zona Oeste é onde estão as fábricas, a matéria-prima. Nós estamos dentro das fábricas. O campus é fundamental, sem o campus não se faz nada”, disse. Presidente da Comissão de Orçamento, Fiscalização Financeira e Finanças da Casa, o deputado Coronel Jairo (PSC) afirmou que o orçamento para o início das obras já está previsto. “É necessário que agora, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), seja incluída uma emenda determinando uma certa quantia para as obras. Acredito que a demanda seja na ordem de R$ 40 milhões. O governador tem a maior boa vontade com a Uezo”, apontou. O parlamentar disse, ainda, que a zona Oeste tem dois milhões e 600 mil habitantes, e a Uezo é única universidade pública que atende a região. “A Uezo vai ser a força motora da criação da mão de obra deste estado”, afirmou.
De acordo com a pró-reitora de Administração e Finanças da Uezo, Célia Moreira Gomes, nos últimos três anos a instituição investiu R$ 14 milhões em equipamentos e obras de infraestrutura. “A Uezo tem quase dois mil alunos, 26% deles beneficiados por cotas. Os números poderiam aumentar, já que apenas 8% dos interessados conseguem vagas nos cursos, que são disputados inclusive por estudantes de fora do estado. Por isso, o grande foco da Uezo é o pedido de liberação de verba para a construção de um novo campus”, salientou. Também estiveram presentes na reunião os deputados Robson Leite e Inês Pandeló, ambos do PT, Paulo Ramos (PDT) e Marcelo Freixo (PSol), além de representantes dos alunos e professores da universidade.

publicado por André Lazaroni em 24.5.12 | links para esse post



Quarta-feira, Maio 09, 2012


Por um mundo sustentável

A sustentabilidade abrange em seu conceito, a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade, com vários níveis de organização. Ações como o consumo consciente, podem transformar o futuro de uma geração.
Juntamente com a educação e as políticas públicas, a conscientização do consumo é uma das melhores formas de se ter uma sociedade mais sustentável, mas é triste a realidade de que a maioria dos consumidores desconhece o assunto ou pouco se interessa e não se preocupa em transformar a palavra sustentabilidade em prática.
Algumas atitudes como o racionamento do uso de ar condicionado, evita que 900kg de dióxido de carbono por ano subam parta a atmosfera. Lâmpadas fluorescentes gastam cerca de 65% a menos de energia. Mais de metade do lixo produzido em nossas casas pode ser reciclado. Manter a tampa da panela fechada concentra mais calor e economiza gás de cozinha.
Pequenas mudanças no comportamento fazem a diferença. As empresas atendem às tendências do mercado, se formos consumidores preocupados com as causas socioambientais, teremos melhorias na fabricação de nossos produtos, focadas nestas questões.
A Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada em junho deste ano, tem como objetivo discutir sobre economia verde e projetar um novo modelo de desenvolvimento sustentável para o planeta, integrando as esferas social, ambiental e econômica, de forma que elas tenham o mesmo peso no debate.
A ideia é que possamos viver de forma mais inteligente. O nosso país tem tido ótimos resultados. A economia progrediu, foram feitas práticas de inclusão social e as taxas de desmatamento foram reduzidas consideravelmente. Se conseguirmos integrar as três dimensões, poderemos, enfim, realizar as promessas da ECO-92.André Lazaroni, deputado estadual e vice-presidente da Comissão do Meio Ambiente.

publicado por André Lazaroni em 9.5.12 | links para esse post



Segunda-feira, Maio 07, 2012


Lutadores de Artes Marciais deverão ser registrados pela Federações

O deputado estadual Andre Lazaroni deu entrada em projeto de lei 1477/2012 que obriga as federações de artes marciais instaladas no Estado do Rio de Janeiro a terem registro próprio em seus quadros de todos os que obtenham grau de mestre, faixa preta.
“É importante que as federações de artes marciais tenham registro de seus lutadores com maior grau de habilidade, pois estes são considerados armas brancas do ponto de vista do Direito Penal. Saber que são os lutadores com tamanho conhecimento marcial é uma questão relevante para a segurança pública de nosso Estado, para que melhor sejam controlados os índices de criminalidade dos praticantes de tais práticas esportivas, o que infelizmente é uma realidade que existe no nosso Estado, ao vermos tantas notícias e casos de lutadores que utilizam de forma inadequada seu conhecimento esportivo”, afirma o deputado Andre Lazaroni.
O não cumprimento desta Lei acarretará multa de 100 UFIR por dia para as federações que não tiverem as listagens no prazo legal e o registro de cumprimento deverá ser feito no prazo de 30 dias a contar do recebimento do título.

publicado por André Lazaroni em 7.5.12 | links para esse post



Segunda-feira, Março 26, 2012

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publicado por André Lazaroni em 26.3.12 | links para esse post



Sábado, Março 17, 2012

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publicado por André Lazaroni em 17.3.12 | links para esse post



Terça-feira, Dezembro 13, 2011

Reunião sobre clima na Tailândia não estabelece metas para redução de emissões de carbono

Duas semanas de negociações conduzidas pela ONU terminaram no dia 9 de dezembro em Bangcoc, na Tailândia, sem que delegados de cerca de 180 países chegassem mais perto de um acordo para substituir o Protocolo de Kyoto, sobre a redução de emissões de carbono, que expira em 2012. A menos de dois meses da reunião sobre o clima mais importante do ano, que ocorre em dezembro na capital dinamarquesa, Copenhague, o mais alto representante da ONU para mudanças climáticas, Yvo de Boer, admitiu uma "contínua falta de clareza" em questões-chave para um possível acordo. As principais pedras no caminho são estabelecer uma meta de emissões de carbono para os países desenvolvidos e definir uma "arquitetura financeira" para ajudar países mais pobres a realizar mudanças visando a combater a mudança climática. Cientistas afirmam que, para evitar uma elevação de 2º C na temperatura do planeta, as nações industrializadas precisam nos próximos dez anos reduzir as suas emissões de carbono a um nível equivalente a entre 25% e 40% das emissões de 1990. Entretanto, as negociações têm ficado muito aquém disso, e o percentual convencionado não passa de 23%.
A proposta mais arrojada até o momento foi feita pela Noruega, que anunciou durante o encontro a meta de reduzir em 40% dos níveis de 1990 suas emissões de carbono em dez anos - coincidindo com o cenário mais ambicioso sugerido por cientistas. Entretanto, nos Estados Unidos, um dos líderes do planeta em emissão de poluentes, um projeto aprovado na Câmara dos Representantes prevê chegar até 2020 com um corte de apenas 17% em relação aos níveis de 2005. Isso representaria não mais de 4% abaixo dos níveis de 1990.

publicado por André Lazaroni em 13.12.11 | links para esse post



Terça-feira, Dezembro 06, 2011


As espécies marinhas de maior valor comercial no litoral brasileiro tendem a desaparecer caso a pesca continue a ser feita de maneira desordenada, sem planejamento, como ocorre agora. Estudo realizado há pouco na nossa costa pelo governo federal revelou que 80% dos estoques de pesca estão próximos a um colapso.
Intitulado Programa de Avaliação do Potencial dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva,  mais conhecido pela sigla Revizee, o estudo teve o objetivo de mapear a presença e a quantidade dos pescados existentes na área oceânica brasileira. Algumas das mais importantes colônias de pesca do Brasil estão na Região dos Lagos fluminense. Os pescadores de Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo, São Pedro D`Aldeia, Araruama, Saquarema, Iguaba e, um pouco mais ao norte, Rio das Ostras e Macaé, são conhecidos nacionalmente pela qualidade e competência reconhecidas desde o século 19.
Sabe-se que hoje o pescador tem que ir mais longe do que iria há 20, 30 anos para encontrar os cardumes. Isso deixa claro que os peixes nobres estão sendo dizimados. Para consegui-los, o homem do mar tem que se afastar cada vez mais da terra, o que implica em riscos adicionais, gastos extras de combustível, equipamentos, alimentação despesas variadas.
Essa situação torna-se ainda mais grave porque o Brasil nunca protegeu a biodiversidade marinha. Calcula-se que menos de 10% das nossas espécies sejam conhecidas. Estamos correndo o risco de ver acontecer aqui a tragédia ambiental já registrada em países da Europa e da Ásia. A pesca realizada ao longo dos séculos foi tão predatória que espécies foram extintas antes mesmo de vir a ser conhecidas e estudadas.
No caso da Região dos Lagos, as famílias de pescadores sabem que dependem de uma atividade econômica relacionada intimamente com a preservação das espécies. Sem o peixe, não há pesca. Portanto, há de se ter um planejamento eficiente para que não se repita nesses municípios o que tem sido comum, por exemplo, na Região Metropolitana do Rio.

publicado por André Lazaroni em 6.12.11 | links para esse post




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